sábado, 8 de setembro de 2012

Parkour e CrossFit: tudo a ver

Galera, vejam este vídeo que interessante. Cada dia mais me surpreendo com este mundo CrossFit  em que me "meti". kkkkkkkk
É surpreendente descobrir o quanto nossa vida pode ser transformada por um ideal ou por uma filosofia de vida. Perceber o quanto podemos trabalhar e transformar nosso corpo e mente com exercícios e "brincadeiras"que nos proporcionarão vida saudável (condicionamento físico e qualidade de vida), e um envelhecer menos doloroso.
Divirtam-se com o vídeo abaixo
Grande abraço

http://media.crossfit.com/cf-video/CrossFit_Ryan_Parkour_SD.mov

quarta-feira, 11 de julho de 2012

QUER UMA BANANA??

Aqui passo adiante dados de uma pesquisa que recebi. Não quero formar opinião, muito menos criar polêmica. Serve apenas de instrumento para aguçar nossa curiosidade e vontade de pesquisar e mudar conceitos.
Boa leitura!


A banana contém três açúcares naturais - sacarose, frutose e glicose, combinados com fibra. A banana dá uma instantânea e substancial elevação da energia.
Mas energia não é a única forma de uma banana poder nos ajudar a manter a forma. Pode também nos ajudar a curar ou prevenir um grande número de doenças, sendo essencial adicionar a banana à nossa dieta diária.
Depressão: de acordo com pesquisa realizada pela MIND, entre pessoas que sofrem de depressão, as pessoas se sentiam melhores após ter comido uma banana. Isto porque a banana contém triptofano, um tipo de proteína que o corpo converte em seratonina, reconhecida por relaxar, melhorar o seu humor e, geralmente, fazem você se sentir mais feliz;
TPM: A vitamina B6 regula os níveis de glicose no sangue, que podem afetar seu humor;
Anemia: contém ferro e assim, estimulam a produção de hemoglobina no sangue e ajudam nos casos de anemia;
Pressão Arterial: Este fruto tropical é muito rico em potássio, mas reduzido em sódio, tornando-a perfeita para combater a pressão alta. Tanto é assim, que a Food and Drug Administration nos Estados Unidos, permitiu que a indústria da banana oficialmente informasse ao publico, que ao comer essa fruta, ela poderá reduzir o risco de pressão alta e infarto;

Cérebro: 200 estudantes da escola Twickenham na Inglaterra tiveram ajuda nos exames este ano, comendo bananas no café da manhã, lanche e almoço em uma tentativa de elevar sua capacidade mental. A pesquisa mostrou que o elevado teor de potássio na banana, pode ajudar a aprendizagem, tornando os alunos mais alertas.
Constipação:  assim como em outras frutas, possui grande teor de fibra, e incluir bananas na dieta pode ajudar a normalizar as funções intestinais, ajudando a superar o problema sem recorrer a laxantes.
Ressaca: uma das formas mais rápidas de curar uma ressaca é fazer uma vitamina de banana, adoçado com mel. A banana acalma o estômago e, com a ajuda do mel aumenta os níveis de açúcar no sangue, enquanto o leite suaviza e reidrata o sistema. Azia: efeito antiácido natural no organismo, por isso, se você sofre de azia, experimente comer uma banana para aliviar.
Enjôo matinal: comer uma banana entre as refeições ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue elevado e evita as náuseas.
Nervos: Bananas são ricas em vitaminas do complexo B que ajuda a acalmar o sistema nervoso.

Excesso de peso e no trabalho? Estudos do Instituto de Psicologia na Áustria mostram que a pressão no trabalho leva à excessiva ingestão de alimentos como chocolate e biscoitos. Estudando 5000 pacientes em hospitais, pesquisadores concluíram que os mais obesos eram os que mais sofriam de pressão alta e ataques de ansiedade. O relatório desse estudo, concluiu que: para evitar que comamos biscoitos e doces quando estamos ansiosos, então é necessário que se coma alimentos ricos em carboidratos a cada duas horas para manter níveis estáveis de açúcar no sangue, e é aí que entra a nossa querida banana.
Úlceras: A banana é usada na dieta diária contra desordens intestinais pela sua textura macia e suavidade. É a única fruta crua que pode ser comida sem desgaste em casos de úlcera crônica. Também neutraliza a acidez e reduz a irritação, protegendo as paredes do estômago.
Controle de temperatura: Muitas culturas vêem a banana como fruta 'refrescante', que pode reduzir tanto a temperatura física como emocional de mulheres grávidas. Na Tailândia, por exemplo, as grávidas comem bananas para os bebês nascerem com temperatura baixa. (Vale a pena pesquisar, não?!)

Fumar e Uso do Tabaco: As bananas podem ajudar as pessoas que tentam deixar de fumar. Vitaminas - A, B6 e B12, assim como o potássio e magnésio, ajudam o corpo a recuperar dos efeitos da retirada da nicotina.
Stress: O potássio é um mineral vital, que ajuda a normalizar os batimentos cardíacos, levando oxigênio ao cérebro e regula o equilíbrio de água no corpo. Quando estamos estressados, nossa taxa metabólica se eleva, reduzindo os níveis de potássio que podem ser reequilibrado com a ajuda da banana, que é rica em potássio.
Enfarto: de acordo com pesquisa publicado no New England Journal of Medicine, comer bananas como parte de uma dieta regular, pode reduzir o risco de morte por enfarto em até 40%; 
Assim, a banana é um remédio natural para muitos males. Quando você compará-lo com uma maçã, tem quatro vezes mais proteínas, duas vezes mais carboidratos, três vezes mais fósforo, cinco vezes mais vitamina A e ferro e o dobro das outras vitaminas e minerais. Também é rica em potássio e é um dos alimentos mais valiosos para nossa saúde. Então talvez seja hora de mudar essa frase em inglês, tão conhecida: 1 apple a day, keep the doctor away, e que nós traduzindo deveríamos usar: "Uma banana por dia mantém o doutor sem freguesia!" 

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Exercício Físico X Enxaqueca



Há muito se fala dos benefícios causados pela prática de exercícios e uma vida mais saudável. Hoje, veremos a relação disso com um dos problemas mais comuns da vida moderna: a famigerada "DOR DE CABEÇA" / ENXAQUECA
Será mesmo que praticar exercício físico ajuda a reduzi-la? Leiam a seguir um resumo desta pesquisa feita na Suécia.
É bem rápido. Boa leitura.

Os médicos usam uma variedade de tratamentos com ou sem fármacos para prevenir enxaquecas. Terapias como relaxamento e controle do estresse têm sido grandemente utilizadas e muitas vezes com resultados eficazes.
Dentre os tratamentos não farmacológicos, os mais bem documentados incluem os exercícios de relaxamento. Ainda, estudos científicos têm avaliado o efeito do exercício aeróbico na frequência e intensidade da enxaqueca.
Apesar dos efeitos positivos do exercício físico no tratamento para melhorar a enxaqueca, não existe muitas evidências científicas de que ele realmente funcione.
Dessas evidências, um estudo mostrou que um programa de exercício físico aeróbio apresentou-se seguro e útil em melhorar a capacidade de exercício, sem deterioração do status do participante com enxaqueca (1).
Por outro lado, alguns trabalhos relatam o exercício físico como um fator desencadeante de enxaqueca, o que pode ser uma razão para alguns pacientes evitarem as atividade físicas. Nesse sentido, tem sido observado que indivíduos com enxaqueca e outras dores de cabeça são menos ativos fisicamente do que aqueles sem dores de cabeça (2).

Uma pesquisa da Academia Sahlgrenska da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, mostrou que o exercício físico pode ser tão bom quanto drogas na prevenção de enxaquecas.
O estudo envolveu 91 pacientes com enxaqueca, um terço dos quais foram convidados a praticar 40 minutos de exercício aeróbio, três vezes por semana sob a supervisão de um fisioterapeuta, o outro terço fazendo exercícios de relaxamento, e o último terço com o tratamento farmacológico (topiramato). Os tratamentos, tanto farmacológico como de relaxamento e programa de exercício físico duraram três meses. Os resultados mostram que o número de enxaquecas caiu em todos os três grupos.

Em conclusão, o exercício mostrou em ser igual aos métodos bem documentados de relaxamento e topiramatono (medicamento anticonvulsiante) no que diz respeito à redução da frequência de enxaqueca. Essa abordagem não farmacológica pode, portanto, ser uma opção para o tratamento profilático da enxaqueca em pacientes que não se beneficiam ou não querem medicação diária.
1- Varkey E, Cider A, Carlsson J and Linde M. A study to evaluate the feasibility of an aerobic exercise program in patients with migraine. Headache 2009; 49(4): 563-570.

2- Varkey E, Hagen K, Zwart JA and Linde M. Physical activity and headache: results from the Nord-Trondelag Health Study (HUNT). 
Cephalalgia 2008; 28(12): 1292-1297.

3- Varkey E., Cider A., Carlsson J., Linde M. Cephalalgia 2011; 31(14) 1428-1438

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

"NÃO CONTÉM GLÚTEN"


Aeeee, voltei! Agora com uma matéria que recebi há algum tempo sobre um nutriente que sempre ouvimos falar e lemos constantemente nos rótulos de todos os alimentos: Glúten!

Mas afinal o que é este tal de Glúten mesmo??! Descubram a seguir o quão importante é saber sobre ele e como até hoje pouco é divulgado.



Consumo de alimentos ricos nessa proteína deve ser moderado até mesmo por não celíacos
Por Fernando Menezes

"Não contém glúten". Quantas vezes não lemos essa frase em embalagens de alimentos como pães, biscoitos, bolos, bolachas e massas? Apesar da grande frequência com que esse aviso aparece, o glúten ainda é encontrado em uma infinidade de outros produtos industrializados que também consumimos. Saber quais os cuidados ao ingerir esses alimentos é importante tanto para pessoas que possuem intolerância à substância - a chamada doença celíaca - quanto para quem não possui, já que o glúten traz algumas mudanças em nosso organismo. A seguir, você confere o que especialistas recomendam sobre esse consumo:

O que é o glúten? 

"O glúten nada mais é do que uma proteína  de tamanho grande, formada por duas proteínas menores chamadas gliadina e glutenina. Ele é encontrado junto ao amido, em cereais como trigo, centeio, aveia, cevada, triticale e malte", conta a nutricionista Maíra Barreto Malta, da UNESP."Todos os alimentos derivados desses grãos, como farinha de trigo, cerveja e uísque, também possuem glúten em sua composição",completa.  

Essa substância possui diferentes finalidades na produção dos alimentos. No processo de fermentação do pão, por exemplo, o glúten contido na farinha de trigo é responsável pela permanência dos gases no interior da massa, fazendo com que o pão aumente de volume e não diminua após esfriar.

"Assim como carne e alguns vegetais, o glúten pode ser usado como fonte de proteínas para o corpo", diz Vera Lúcia Sdepanian, chefe do Departamento de Gastroenterologia da Unifesp. Quando é cozido, ganha uma consistência firme, parecida com a da carne vermelha, e pode ser servido sem nenhum outro ingrediente além de temperos. Normalmente, em restaurantes vegetarianos, o caldo de glúten cozido é usado para dar mais gosto ao prato.  
Ele faz mal?

A nutricionista Maíra afirma que o glúten não faz mal para pessoas sem a doença celíaca, pois pessoas "não doentes" não sofrem as reações químicas que danificam o intestino. "Há alguns relatos de pessoas que se sentem com distensão abdominal ao consumir grande quantidade de alimentos ricos em glúten, mas esse sintoma não tem nada a ver especificamente com essa proteína", explica.

O problema em consumir alimentos que possuem glúten não está nessa proteína em si, mas sim nas outras características desses alimentos. "As opções ricas em glúten são bastante energéticas. Como a energia é armazenada no corpo em forma de gordura, o consumo exagerado desses alimentos pode levar ao aumento de peso, obesidade  e posteriormente ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares crônicas", explica a nutricionista.

Pessoas não celíacas também podem ter reações ao ingerir esses alimentos, mas relacionadas a outros distúrbios. "Muitos na verdade são alérgicos ao trigo, mas associam os sintomas dessa doença, como a urticária, à ingestão de glúten, o que é totalmente incorreto", conta a nutricionista Vera. 

O que é doença celíaca? 

Uma pessoa diagnosticada com doença celiaca não pode comer nenhum tipo de alimento que contenha glúten. "Indivíduos com essa doença tem uma reação anormal à ingestão de glúten. O corpo acaba liberando substâncias como a citosina, que danifica e atrofia a parede do intestino delgado. Se não houver um acompanhamento ou um controle da alimentação, essa doença pode levar à morte", diz Vera Lúcia.

O sintoma mais clássico dessa doença é a diarréia crônica, causada pela inflamação no intestino delgado, que passa a apresentar falhas na absorção dos nutrientes. "Além disso, os celíacos podem apresentar déficit no crescimento, atraso menstrual, esterilidade, aftas recorrentes e dificuldades para tratar anemia , já que o intestino não consegue absorver o ferro", diz Vera Lúcia.  
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Não há cura para essa doença, mas procurar um médico que indique uma dieta  sem glúten é o melhor tratamento. "É importante ressaltar que, após o aparecimento desses sintomas, a pessoa não deve parar de comer alimentos que contenham glúten por conta própria. Essa ação pode prejudicar ainda mais o organismo. Só um profissional, depois de fazer uma biópsia do intestino, pode fazer o diagnóstico da doença e indicar uma dieta adequada", recomenda a nutricionista.

É bem provável que o médico indique alimentos que pode ser usados como substitutos do glúten. "Opções feitas com farinha de arroz, fécula de batata, quinua, milho e mandioca são ótimas alternativas. Esses alimentos, assim como o trigo, a centeia e a aveia, são ricos em fibras e proteínas", diz Maíra

Fica aí a dica e o conceito!
Abraços

domingo, 18 de setembro de 2011

A origem do Levantamento de Peso Olímpico / musculação



halterofilismo ou a halterofilialevantamento de peso, ou ainda, levantamento de peso olímpico (LPO), é um desporto/esporte cujo objetivo é levantar a maior quantidade de peso possível, do chão até sobre a cabeça, em uma barra em que são fixados pesos.
Compete-se em duas modalidades: o arranco e o arremesso. O desenvolvimento militar era outro movimento-padrão, mas foi interrompido devido às dificuldades de julgamento.
Seu objectivo é desenvolver a potência (força rápida, explosiva) e também exige técnica, flexibilidade, coordenação e equilíbrio.[1]
As primeiras competições organizadas de levantamento de peso começaram no final do século XIX; a Federação Internacional de Halterofilismo foi fundada em 1905 e instituiu as primeiras classes de peso.
O levantamento de peso é um dos esportes de força e a terminologia halterofilismo (do grego haltēres, 'massas de chumbo para fazer exercícios nos ginásios', ligado ao francês -philie, em português -filia, 'amizade', ambos do grego phílos, 'amigo'),[2][3] hoje em dia está em desuso, por denominar genericamente todos os praticantes de actividades que envolvem o uso de halteres, já que outros desportos e treinamentos, como o fisiculturismo e a musculação, se utilizam de halteres para seus fins.
A origem do levantamento de peso se perde no tempo. Os testes de força humana, de diferentes formas, são provavelmente mais antigos do que a própria civilização[4] e aparecem em antigos registos egípcios, em textos chineses e em gravuras gregas.[5]
As primeiras competições organizadas de levantamento de peso começaram na Europa no final da década de 1800, e o primeiro Campeonato Mundial de Halterofilismo foi realizado em 1891, em LondresInglaterra. Naquele tempo não havia nenhuma divisão de peso.[5]
O levantamento de peso esteve presente no programa dos primeiros Jogos Olímpicos modernos, em AtenasGrécia, como parte dos jogos desportivos, com duas modalidades: levantamento com uma mão e com duas mãos. Foi deixado de fora dos Jogos de 1900. Reapareceu nos de 1904, com duas modalidades: levantamento com duas mãos e haltere geral. Nos Jogos seguintes foi abolido.
Em 1905 foi fundada a federação que passou a regular o esporte, a Federação Internacional de Halterofilismo (FIH; em inglêsInternational Weightlifting Federation — IWF); foram estabelecidas três classes de peso, que variaram ao longo do tempo.[6]
Em 1913 as classes se peso foram reorganizadas e passaram de três para cinco. O levantamento de peso voltou nos Jogos Olímpicos de Verão de 1920 e não foi mais retirado. Três provas comporam a competições: o arranco com uma mão e o arremesso com uma e duas mãos.
A partir dos Jogos Olímpicos de Verão de 1924 cinco provas passaram a compor as competições: o arranco com uma mão e duas mãos, o arremesso com uma mão e duas mãos e o desenvolvimento (ou desenvolvimento militar, ou ainda, prensa militar) com as duas mãos.
Desenvolvimento militar.
Em 1928 foi instituído o triplo levantamento — o desenvolvimento, o arranco e o arremesso, com as duas mãos.
A partir de 1946, os campeonato mundiais passaram a ser realizados regular e anualmente, a excepção dos anos em que se realizam Jogos Olímpicos. A partir do campeonato mundial de 1969, em Varsóvia, passa a ser dada em competições medalhas para o desenvolvimento, o arranco e o arremesso, exceto em Jogos Olímpicos.[6]
O desenvolvimento, entretanto, foi abolido depois dos Jogos Olímpicos de Verão de 1972, por causa de problemas de arbitragem e saúde que ocasionava, e o arranco e o arremesso foram deixadas como os dois movimentos do desporto.
Em 1975, em Marseille, realiza-se a primeira edição do Campeonato Mundial Júnior de Halterofilismo.[6]
Em 1983, a Federação Internacional de Halterofilismo decide reconhecer as mulheres no halterofilismo, estabelecendo oito categorias de peso. Em 1987 foi realizado em Daytona BeachEstados Unidos, o primeiro campeonato mundial para as mulheres.[6]
Em 1995, em Varsóvia, é realizada a primeira edição do campeonato mundial júnior para mulheres.[6]
Em 1996, o Comité Olímpico Internacional decidiu aceitar a entrada das mulheres nos Jogos Olímpicos de Verão de 2000, com a condição de que o número de atletas (homens/mulheres) não superasse os 250. Em 1997, as categorias de peso são reestruturadas e reduzidas. E as mulheres foram incluídas na edição de Sydney 2000.[6]
O primeiro Campeonato Mundial Juvenil de Halterofilismo/Sub-Júnior, foi realizado em 2009, em Chiang Mai, para homens e mulheres.[7]
Em 2010, o halterofilismo é incluído na primeira edição dos Jogos Olímpicos de Verão da Juventude, em Singapura.
Ao longo das décadas algumas nações têm-se destacado nas competições. No começo do século XXÁustriaAlemanha e França eram as nações mais bem sucedidas. Alguns anos depois, Egito e Estados Unidos predominaram. A partir da década de 1950 e nas três seguintes, a União Soviética foi a protagonista, juntamente com os países do Leste Europeu, tendo a Bulgária como sua principal concorrente. Já por volta da década de 1990, a Turquia e a Grécia começaram a se destacar, juntamente com a República Popular da Chinae outros países do Extremo Oriente.[5]
Esse esporte é mais popular em países da Europa e da Ásia (TurquiaRússiaIrãRepública Popular da China e outros) e é actualmente praticado por todas as idades (inclusive antes dos 10 anos).
Legal, não?!
Prof. Esp. Luará Fernandes

domingo, 14 de agosto de 2011

Hidrate-se

Não adianta só fazer os exercícios direitinho e comer bem - hidratar-se adequadamente é de extrema importância. Quando praticamos atividades físicas, nosso corpo perde líquido e fica desidratado. A nutricionista Camila Leonel recomenda que a reposição de líquido seja feita imediatamente após o término do exercício, continuamente e de forma fracionada.
Quando pensamos em hidratação, a primeira coisa que nos vêm à cabeça é água. Porém, ela não precisa ser a única opção. Para hidratar-se, você também pode ingerir sucos e chás, por exemplo. Fizemos uma lista com algumas das bebidas mais comuns, se devemos ou não consumi-las após os treinos e por quê: Bebidas isotônicas
SIM: "Elas são bebidas cuja composição é semelhante aos fluidos do nosso corpo e devem ser usadas, principalmente, para repor água e sais minerais perdidos pela transpiração", diz a nutricionista Camila Leonel. Alguns exemplos de isotônicos são o soro caseiro, a água de coco e algumas fórmulas industrializadas.
Fique atento! Por conta dos sais minerais em excesso, essa bebida deve ser evitada por gestantes, lactantes, pessoas com hipertensão e/ou diabetes e pacientes com doenças renais não devem consumir a bebida isotônica industrializada, como afirma Camila. Água de coco
SIM: a água de coco é considerada um isotônico natural, já que apresenta vários minerais, como sódio, potássio, fósforo e cloro. Por isso, além de hidratar, ela ajuda na recuperação de minerais. "É um líquido perfeito para reposição de água e minerais perdidos em atividades físicas ou na desidratação", diz a nutricionista Camila Leonel. Suco de frutas naturais
SIM: ricos em vitaminas e minerais, os sucos de frutas cumprem bem o papel de hidratar o corpo. "Além de refrescantes, fornecem energia, acalmam e hidratam. Mas devem ser alternados com a água e não substituí-la", lembra a nutricionista Camila Leonel.   Refrigerantes
NÃO: os refrigerantes fornecem apenas açúcar, água e carboidratos, não possuindo nenhum tipo de nutriente. Além disso, segundo a nutricionista Camila Leonel, "eles são bebidas gaseificadas e, por isso, podem causar desconfortos intestinais, além de ter uma absorção mais lenta".  Bebidas energéticas
NÃO: os energéticos são bebidas estimulantes e, por isso, contêm muita cafeína, além de açúcar. Eles têm, sim, aminoácidos e vitaminas. Porém, não são nada eficazes quando o assunto é hidratação e a nutricionista Camila Leonel explica por quê: "A combinação açúcar e cafeína auxilia na eliminação de água, devido ao efeito diurético da cafeína e o aumento da sede, ou seja, consumir energéticos causa o efeito contrário".   Água de cheiro ou com sabor
NÃO: muitas pessoas tem trocado a água natural por esse tipo de água aromatizada ou com um leve sabor de fruta como fonte de hidratação. Ou seja, estão literalmente substituindo a água. O que muitas pessoas podem não saber é que, para que esse tipo de bebida fique com sabor, são adicionados aromatizantes, conservantes e adoçantes (para substituir o açúcar).
"Como alguns conservantes e adoçantes são à base de sódio, a tendência é que essas bebidas aumentem o nível de sódio do organismo", alerta a nutricionista Camila Leonel. "Apesar de todo apelo comercial acerca desses produtos, a melhor escolha é sempre a água", aconselha.
por Carolina Gonçalves

domingo, 7 de agosto de 2011

Mulheres capazes



Nos dias de hoje, se alguém ainda acredita que as mulheres são mais fracas ou menos capazes do que os homens, então, mais do que ninguém, deve assistir ao vídeo abaixo. Nele, há apenas uma mostra do poder delas e superação. Sensacional. Proporcionalmente falando, elas são mais " fortes" em relação ao homem. Duvidam? Apenas assistam. Neste vídeo vocês vão ver um método de treino chamado CrossFit, o qual faço grande uso em minhas assessorias. É extremamente funcional pois prepara o corpo como um todo, para poder enfrentar qualquer obstáculo e ter uma condição física global excelente, causando uma consciência e controle corporal enormes.
Forte abraço.
Prof. Esp. Luará Fernandes
YouFit - Assessoria em Preparação Física  e Qualidade de Vida

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Ilustrações sobre o Agachamento

Novemente venho eu com este assunto. Mas é que eu quero mostrar a importância deste simples e grande gesto de realizar o movimento de agachar corretamente. E, para isso, coloco abaixo algumas fotos apenas como ilustração do processo correto postural corpóreo de alguns agachamentos.
Vejam: